Almôndegas com molho de caril

Cada dia que passa tenho a certeza de que vivemos num país sem regras e à mercê de todos.
Há dinheiro?!? Bora lá, vamos gastar (mesmo que não seja preciso). E, assim se amontoam contas para pagar e equipamentos pelos cantos que nunca ninguém irá usar.
Todos os anos isto acontece e o dinheiro é gasto "sem rei nem roque", só porque é para gastar...
Valha-nos a nossa sanidade mental para vivermos com gente desta que pensa que, só porque têm um "cargo mais alto" podem espezinhar toda a gente. É claro que depois quem sofre as consequências é sempre o "mais pequenino" mas enfim... é o país que temos e vamos continuar a ter com estas mentalidades.

Mudando de assunto e para um tema que muito me interessa - gastronomia.
Quando vi esta receita pensei logo na carne picada que tinha em casa à espera de uma solução e não é que a receita me surpreendeu de tão fácil de fazer e de tão saborosa que fica.


Bolo da saúde e da sorte

A minha irmã passou à minha mãe e a minha mãe passou-me a mim.
Não é que eu seja de "acreditar" muito nestas coisas mas, é mais uma "desculpa" para fazer um bolo.
E, não é que o bolo ficou delicioso. Quem quiser, pode seguir a receita e fazer o bolo todo no mesmo dia.


Massada de potas

Em casa da minha mãe é tradicional comer as potas com arroz mas, eu como sou fã de massas, decidi contrariar o tradicional.
É uma refeição rápida de fazer e muito boa para levar na marmita.



Lingueirão à Chefe


Lingueirão é um molusco bivalve, que se encontra protegido por duas conchas articuladas num só ponto.
De composição semelhante à carne e ao peixe, os bivalves possuem, no entanto, menor quantidade de proteínas (8-13%) e um teor baixo de gordura (0,7-1,7%). Contudo, contêm cerca de 100mg de colesterol por 100g, o que é um teor considerável.

Boa Memória Tinto 2013

É um vinho Regional Alentejano, duma vinha de 50 hectares da zona de Estremoz com solo limo-argiloso.
Possui um grau alcoólico de 13,7%.As suas castas são Aragonez, Trincadeira e Alicante Bouschet.
É um vinho elegante, com  aroma a fruta vermelha madura. Na boca é redondo e equilibrado, com final agradável e persistente.
Deve ser servido à temperatura de 16 -18 °C.
Este vinho estagiou 6 meses em garrafa e deve ser consumido enquanto jovem, no próprio ano ou no ano seguinte.
É ideal para acompanhar aves, peixes gordos, massas e queijos leves.

Lombo de bacalhau cozido em azeite com citrinos e batata migada com alho e grelos

Dizem que vivemos num país democrático mas, cada vez tenho menos noção de que isso é verdade.
Controlam o que fazemos, o que dizemos, com quem falamos e até (desculpem mas tem que ser) as idas à casa-de-banho e o que lá vamos fazer.
Hoje estou completamente irritada. Vivemos num país que cada vez dá mais poder a gentinha desta e que supostamente gerem o país. Que atrasados mentais...
É gente desta fútil e frustrada que nos comanda? Para onde? Para o fundo do poço. 
Mas, enfim vivemos num país de liberdade... ou não???

Como já o havia dito, uma das coisas que me liberta a mente é a cozinha e, por isso deixo-vos uma sugestão fácil de confeccionar e muito aromática, que vi no showcooking do Chef José Avillez, no El Corte Inglês, com bacalhau Riberalves.


Monte Seis Reis Reserva Tinto 2007

É um vinho Regional Alentejano, duma vinha de 50 hectares da zona de Estremoz com solo limo-argiloso.
Possui um grau alcoólico de 14% e uma acidez de 5,0g/l de ácido tartárico.
As suas castas são Touriga Nacional, Syrah e Alicante Bouschet e fermentou com temperatura controlada, seguindo-se uma longa maceração pós-fermentativa.
É um vinho de cor rubi escuro,  boa concentração de aromática com frutos pretos maduros, sugerindo geleia, integrados com algumas especiarias. Na boca é intenso, aveludado e complexo, com taninos firmes, redondos e com um grande final de boca.
Este vinho estagiou 12 meses em barricas de carvalho francês, seguido de estágio de 6 meses em garrafa. Possibilidade de evolução positiva durante 7 a 10 anos, se conservado em local fresco, escuro e a garrafa deitada.
É ideal para acompanhar caça, queijos e assados.
Deve ser servido a uma temperatura de 16-18ºC e, se possível decantado.


Eu acompanhei com Perna de borrego no forno com Moscatel (ver aqui).




Creme de couve-flor

A sopa é um prato que sabe sempre bem, principalmente ao jantar. 
Neste caso, pode ser comida quente ou fria, conforme o gosto e de acordo com a temperatura ambiente.
É um creme muito aveludado e com um toque saboroso e crocante da avelã.


Pão de tâmaras e mel

As tâmaras encontram-se na categoria de superalimento, ou seja, alimentos funcionais com uma lista de benefícios para a saúde. estas frutas exóticas e bem doces são ricas em vitamina A, potássio, cálcio e vitamina B6, sendo uma excelente opção para adoçar naturalmente.


Trouxas de ovos

Esta preciosa doçaria tem origem conventual e encontram-se em vários locais de Portugal com ligeiras variantes.
O seu aspeto provoca imediatamente um desejo, pelo seu amarelo vivo que nos revela o produto fundamental com que é confecionado.
As trouxas-de-ovos fazem parte da doçaria requintada, conventual e rica.
Se achar que são muito doces, pode completar a sobremesa com fruta.


Perna de borrego no forno com Moscatel


Mais uma visita do marido é ocasião para aproveitar e fazer um bom jantar acompanhado de um bom vinho, não concordam?

Pois bem, o vinho Monte Seis Reis Reserva Tinto 2007 acompanha bem com pratos fortes e, como tal optei pela perna de borrego.

Não segui nenhuma receita, apenas me lembrei como a minha mãe faz e tentei seguir "mais ou menos" os passos, juntando uns pequenos toques meus, como o Moscatel.
O sabor ficou maravilhoso e a carne muito tenra, a nota é positiva.

Parceria Monte Seis Reis

É com muito prazer que anuncio mais uma parceria realizada com o meu blog e vos apresento os vinhos do Monte Seis Reis.

Monte Seis Reis está localizado em Estremoz e iniciou a sua produção em 2003. Desde então tem alcançado vários reconhecimentos e prémios.
A Herdade tem 200 hectares. Actualmente, encontram-se plantados 50 hectares de vinha, com as castas tintas Aragonez, Alicante Bouschet, Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah, Trincadeira Preta, Touriga Nacional; e as castas brancas Arinto, Antão Vaz, Viognier e Alvarinho. Recentemente, foram introduzidas as castas Petit Verdot e Tannat.

O nome da adega, bem como o nome dos vinhos, está relacionado com a história de Estremoz, uma cidade que remonta ao século XIII e onde se destacaram cinco reis e uma rainha. O Monte Seis Reis é um espaço privilegiado para amantes do vinho, onde podem saber mais sobre o processo de produção dos vinhos e ao mesmo tempo descobrir a história, a arte e a cultura da região.

Se quiserem conhecer a adega, o Monte Seis Reis está aberto todos os dias, para visitas guiadas e degustação de vinhos. As visitas guiadas são gratuitas e em setembro há ainda a possibilidade de participar nas vindimas. É aconselhada marcação prévia por telefone (268 322 221) ou e-mail (geral@seisreis.pt).